O presidente Lula deveria convidar o seu colega Evo Morales, que na foto usam um colar confeccionado com folhas de coca, para o lançamento do Plano Nacional de Combate ao Crack lançado pelo Governo Federal.
(Do Blog Coturno Noturno)
Será que o Lula vai convidar Evo Morales para a cerimônia de lançamento da Campanha do Crack, depois que o Brasil atingiu nos últimos anos 1,3 milhões de usuários, sem que um dedo fosse movido para impedir esta calamidade? Afinal de contas, Evo Morales é o fornecedor da planta-base para produzir a droga e até já explicou para um interessadíssimo Lula os seus benefícios medicinais. O índio cocalero recebe caminhões de dinheiro do BNDES para construir estradas e fazer pontes que ligam os centros produtores de coca com a fronteira brasileira. Dali até as "cracolândias" é um pulinho.
(Da Agência Estado)
Projeto prevê centros de atendimento 24 horas
Combate, prevenção e tratamento são as três palavras chaves do decreto que institui o Plano Nacional de Combate ao Crack, assinado no início da tarde pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cerimônia de encerramento da 13ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
O decreto, segundo explicação do presidente, prevê capacitação de lideranças locais, como igrejas, escolas e sindicatos, para o trabalho de conscientização sobre o uso do crack e seus efeitos.
— O crack ainda é uma coisa nebulosa. Nós já sabemos os efeitos que ele causa, já sabemos a dureza para quem utiliza o crack. Mas cientificamente tem poucos estudos sobre a questão do crack. Não vamos deixar uma geração de jovens brasileiros perder um futuro cada vez mais promissor — disse o presidente.
No decreto também estão previstos centros de atendimento financiados pelo Ministério da Saúde que funcionariam 24 horas para atender dependentes que procuram a reabilitação.
No combate ao tráfico, o presidente Lula ressaltou que é preciso mapear as rotas da comercialização ilegal, principalmente nas fronteiras, para reprimi-la.
— O plano de enfrentamento do uso do crack prevê coordenação de ações entre saúde, educação, assistência social e segurança pública — disse Lula.
ONU diz que continente é lugar de produção, consumo, tráfico e trânsito de narcóticos
O cultivo da folha de coca (utilizada na fabricação da cocaína) caiu 8% na América do Sul em 2008, ocupando 167,6 mil hectares no continente, informou nesta quarta-feira (24) o relatório anual da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), órgão independente da ONU.
Segundo o estudo, a queda na área de plantio só ocorreu porque a redução na Colômbia compensou o "preocupante" aumento no Peru e na Bolívia.
Na Colômbia, principal produtor mundial da folha, a terra dedicada à coca caiu 18%, ocupando 81 mil hectares, segundo a Jife. O país é responsável por 48,3% das terras sul-americanas que cultivam o produto. A queda também levou a uma redução de 28% na produção potencial de cocaína, que somou 470 toneladas.
Por outro lado, Peru e Bolívia registraram pelo terceiro ano consecutivo um aumento da extensão dos cultivos, o que é visto "com preocupação" pela Jife.
Na Bolívia, a superfície cultivada dobrou desde 2000, chegando aos 30,5 mil hectares em 2008, 18,2% do total da América do Sul, e 6% mais que no ano anterior.
No Peru, registrou-se um aumento de 45% entre 1999 e 2008, até 56,1 mil hectares.
A fabricação potencial de cocaína aumentou no Peru até 302 toneladas e na Bolívia até 113 toneladas, o que equivale respectivamente a 36% e a 13% da elaboração potencial mundial.
A ONU pede ao Peru e à Bolívia que "intensifiquem as atividades de erradicação" e que "controlem o cultivo ilícito crescente".
.."Em 2008, a fabricação potencial de cocaína da América do Sul foi de 845 toneladas, 15% menos que em 2007 e o volume mais baixo desde 2003", ressalta o documento.
A apreensão de cocaína aumentou nos três principais países produtores de folha de coca: na Bolívia, 45%, atingindo 21,6 toneladas; no Peru, 90%, com 16,8 toneladas; e na Colômbia, 57%, somando 198,4 toneladas.
Na América do Sul, quase 1 milhão de pessoas recebem tratamento por uso de drogas ilegais, sinal de que a região é um lugar de produção, consumo, tráfico e trânsito de narcóticos, segundo o documento da Jife. O uso de cocaína na região entre pessoas de 15 a 64 anos se situa em 0,9%, o dobro da taxa mundial.
O órgão da ONU indica que os traficantes de drogas continuam se aproveitando dos grupos mais vulneráveis e cita como exemplo o fato de que, no Equador e Paraguai, respectivamente 34% e 90% dos detidos relacionados ao narcotráfico eram desempregados.
Por último "a Junta observa com preocupação que em alguns países da América do Sul, como Brasil, Argentina e Colômbia (além de EUA e México na América do Norte), há um movimento crescente em favor da descriminalização da posse de drogas".
Lula lança Plano Nacional de Combate ao Crack
(Da Agência Estado)
Projeto prevê centros de atendimento 24 horas
Combate, prevenção e tratamento são as três palavras chaves do decreto que institui o Plano Nacional de Combate ao Crack, assinado no início da tarde pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cerimônia de encerramento da 13ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
O decreto, segundo explicação do presidente, prevê capacitação de lideranças locais, como igrejas, escolas e sindicatos, para o trabalho de conscientização sobre o uso do crack e seus efeitos.
— O crack ainda é uma coisa nebulosa. Nós já sabemos os efeitos que ele causa, já sabemos a dureza para quem utiliza o crack. Mas cientificamente tem poucos estudos sobre a questão do crack. Não vamos deixar uma geração de jovens brasileiros perder um futuro cada vez mais promissor — disse o presidente.
No decreto também estão previstos centros de atendimento financiados pelo Ministério da Saúde que funcionariam 24 horas para atender dependentes que procuram a reabilitação.
No combate ao tráfico, o presidente Lula ressaltou que é preciso mapear as rotas da comercialização ilegal, principalmente nas fronteiras, para reprimi-la.
— O plano de enfrentamento do uso do crack prevê coordenação de ações entre saúde, educação, assistência social e segurança pública — disse Lula.
Pasta-base de cocaína
(Do portal R7)ONU diz que continente é lugar de produção, consumo, tráfico e trânsito de narcóticos
O cultivo da folha de coca (utilizada na fabricação da cocaína) caiu 8% na América do Sul em 2008, ocupando 167,6 mil hectares no continente, informou nesta quarta-feira (24) o relatório anual da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), órgão independente da ONU.
Segundo o estudo, a queda na área de plantio só ocorreu porque a redução na Colômbia compensou o "preocupante" aumento no Peru e na Bolívia.
Na Colômbia, principal produtor mundial da folha, a terra dedicada à coca caiu 18%, ocupando 81 mil hectares, segundo a Jife. O país é responsável por 48,3% das terras sul-americanas que cultivam o produto. A queda também levou a uma redução de 28% na produção potencial de cocaína, que somou 470 toneladas.
Por outro lado, Peru e Bolívia registraram pelo terceiro ano consecutivo um aumento da extensão dos cultivos, o que é visto "com preocupação" pela Jife.
Na Bolívia, a superfície cultivada dobrou desde 2000, chegando aos 30,5 mil hectares em 2008, 18,2% do total da América do Sul, e 6% mais que no ano anterior.
No Peru, registrou-se um aumento de 45% entre 1999 e 2008, até 56,1 mil hectares.
A fabricação potencial de cocaína aumentou no Peru até 302 toneladas e na Bolívia até 113 toneladas, o que equivale respectivamente a 36% e a 13% da elaboração potencial mundial.
A ONU pede ao Peru e à Bolívia que "intensifiquem as atividades de erradicação" e que "controlem o cultivo ilícito crescente".
.."Em 2008, a fabricação potencial de cocaína da América do Sul foi de 845 toneladas, 15% menos que em 2007 e o volume mais baixo desde 2003", ressalta o documento.
A apreensão de cocaína aumentou nos três principais países produtores de folha de coca: na Bolívia, 45%, atingindo 21,6 toneladas; no Peru, 90%, com 16,8 toneladas; e na Colômbia, 57%, somando 198,4 toneladas.
América do Sul tem alto consumo de drogas
O órgão da ONU indica que os traficantes de drogas continuam se aproveitando dos grupos mais vulneráveis e cita como exemplo o fato de que, no Equador e Paraguai, respectivamente 34% e 90% dos detidos relacionados ao narcotráfico eram desempregados.
Por último "a Junta observa com preocupação que em alguns países da América do Sul, como Brasil, Argentina e Colômbia (além de EUA e México na América do Norte), há um movimento crescente em favor da descriminalização da posse de drogas".




Um comentário:
otima sua materia e Parabéns pelo blog
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