domingo, 17 de outubro de 2010

Erika Kokay no GDF?

(Do blog do Livio di Araujo)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga nesta semana o pedido de Agnelo Queiroz (PT) para assumir o Senado Federal no lugar de Gim Argello (PTB).

Segundo fonte, o PT já se articula para que a deputada federal eleita Érika Kokay (PT) seja a candidata do PT ao GDF no lugar de Agnelo.

Ainda segundo a fonte, o TSE vai tirar o mandato de Gim. E a articulação não para por aí: Gim assumiria uma cargo no Governo Federal para deixar a vaga para o PT.

Caso Agnelo não assumisse a vaga então, o suplente do petista na disputa, Messias de Souza, ficaria com a vaga. Contudo, Messias é do PCdoB, o que não agrada ao Partido dos Trabalhadores.

Érika seria, segundo a fonte, mulher como Weslian Roriz (PSC) e partiria para os últimos 15 dias de campanha de igual para igual, ou seja, uma concorrência entre mulheres – o que fortaleceria, inclusive, a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência

Nova substituição de candidatura?


(Do blog da Ana Maria Campos)

Nesta manhã, o governador Rogério Rosso (PMDB), amigo da família Roriz, telefonou para o deputado Alberto Fraga (DEM) e fez uma sondagem.


Perguntou se Fraga tinha interesse em substituir Weslian Roriz (PSC) na disputa ao GDF contra Agnelo Queiroz (PT). Weslian tem se ressentido muito dos ataques duros na campanha, especialmente as críticas à sua atuação nos debates e entrevistas. A expectativa é de que nas próximas duas semanas, na reta final, a coisa vai piorar.

Fraga ficou animado. Em seguida, começaram a circular boatos no meio político sobre a possível troca de candidaturas.

A assessoria da campanha rorizista nega qualquer intenção de nova substituição. Nega com veemência. Mas isso não significa nada.

Ninguém vai admitir um assunto como esse a não ser que a troca se torne oficial. Durante meses na campanha, Joaquim Roriz também negou que tivesse um plano B. Mas ele surgiu: Weslian Roriz.

O problema acima de tudo é jurídico. A jurisprudência do TSE inibe qualquer troca na fase do segundo turno, especialmente se o candidato já disputou e perdeu o primeiro turno, como é o caso de Fraga